
Segundo Maria Inês Felippe (foto), que também é consultora organizacional em criatividade, freqüentemente se discute se o que é ensinado em sala de aula é relevante e pode ser aplicado ao dia-a-dia dos estudantes.
“Essa é uma questão delicada, pois é fácil perceber o quanto algumas empresas estão distantes das práticas e competências que estimulam a criatividade. Nesse sentido, quando os professores apontam o cenário ideal para a inovação, é evidente que aquilo que eles estão levando ao aluno estará distante do dia-a-dia das pessoas, o que não quer dizer que esse conhecimento é inválido ou “acadêmico”. O papel do professor é justamente o de apontar cenários, pois a escola tem um papel transformador”, assinala Felippe.
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