
De modo geral, as empresas já sabem que a criatividade e a inovação são fatores de diferenciação e podem fazer a diferença no que diz respeito à própria sobrevivência das empresas. Mas segundo a Vice-Presidente de Relações Acadêmicas da Associação Brasileira de Recursos Humanos, Maria Inês Felippe (foto), a preocupação com inovação deve fazer parte também do dia-a-dia das universidades.
“Temos notado que a maioria das faculdades e universidades está preocupada com a guerra de preços que toma o setor, que leva a baixos investimentos em diferenciação e criatividade e a cursos padronizados, que contribuem pouco para a vida dos alunos. Nesse cenário, as poucas que investem em inovação e criatividade conseguem se diferenciar de modo significativo, atraindo mais alunos”, comenta Felippe.

