Arquivo para março \30\UTC 2009

Sua empresa investe nos funcionários?

O Comitê de Criação do CONARH quer saber como está o investimento das empresas no treinamento dos seus funcionários. Colabore respondendo a enquete abaixo:

RSS da ABRH-Nacional

Agora você pode acompanhar as notícias da ABRH-Nacional em tempo real pelo RSS, uma maneira nova e prática de receber notícias atualizadas em seu computador. O recurso possibilita reunir em um único ambiente conteúdos atualizados dos seus sites e blogs favoritos, sem a necessidade de acessar cada um deles.

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Sua empresa vai demitir?

Segundo dados do Ministério do Trabalho 2/3 das demissões no Brasil se concentram em São Paulo. O blog da ABRH-Nacional gostaria de saber se sua empresa vai promover demissões. Responda a enquete abaixo:

 

Educação

A proposta do Eixo é a Educação estudada a partir de cinco diferentes ângulos: a complexidade, a interdependência, o empreendedorismo, a diversidade e o ser humano – expressão do conhecimento com consciência.

De acordo com Cléo Wolff (foto), integrante da equipe responsável pelo tema, o eixo Educação traz reflexões sobre como educar para desenvolver e construir o futuro que queremos.

“O profissional de Recursos Humanos tem a responsabilidade de desenvolver ‘o olhar do futuro no momento presente’, ou seja, compreender que a inteligência educada para despertar a consciência e a assunção de responsabilidade poderá contribuir para a construção de uma sociedade sustentável voltada para os valores humanos”afirma Cléo.

Resultados sustentáveis

O desafio deste eixo é apresentar soluções viáveis para que as relações corporativas sejam uma ferramenta estratégica na sustentabilidade dos resultados, de acordo com José Emídio Teixeira (foto), integrante da equipe do eixo Resultados Sustentáveis.

“Qualquer processo só se justifica se gerar resultado que se sustenta ou que pode gerar sustentabilidade. Resultados de efeito imediato devem ocorrer dentro de uma perspectiva alongada, portanto a decisão sobre o consumo de recursos deve ser compatível com seu usufruto no presente e no futuro.” afirma Teixeira.

Relações produtivas

Segundo Eugenio Mussak (foto), consultor e integrante da equipe responsável por este tema, vivemos a era da comunicação, da informação, das conexões e das relações produtivas:

“Por essas razões, no CONARH 2009 não poderíamos deixar de avaliar se a realidade das relações que temos hoje é coerente com o futuro que queremos construir. A lista de relações que caracterizam uniões para resultados felizes é grande. Cases interessantes serão apresentados em palestras, discussões e talk-shows. Afinal, relações produtivas são as que unem pessoas, interesses e sonhos. O objetivo é o de provocar reflexão e mostrar caminhos de sucesso já trilhados anteriormente, para facilitar e ampliar as possibilidades empresariais e humanas”, assinala.

Soluções de Valor

Segundo Augusto Gaspar (foto), o eixo Soluções de Valor do CONARH 2009 foi concebido com uma proposta inovadora: Trazer ao congresso aspectos processuais, metodológicos e tecnológicos necessários à execução de ações e à utilização de ferramentas que minimizem a distância entre os cenários existentes e os desejados.

“Dentre as propostas de trabalho do eixo estão questões como métricas, planos de ação e informações estratégicas para ampliar a assertividade de decisões, tanto nos momentos difíceis como nos de abundância, possibilitando o desenvolvimento de pessoas criativas e alinhadas aos objetivos da empresa. “Buscaremos mostrar no CONARH que as soluções devem estar a serviço da visão e da estratégia, permitindo colocar as ideias em prática e promover inovações na realidade que temos para irmos em direção ao futuro que queremos” afirma.

Liderança mobilizadora

Este eixo tem como objetivo debater o papel dos líderes na construção do futuro e na geração de sustentabilidade, ressaltando a urgência da criação de uma cultura de inovação a partir do exemplo dos líderes.

Segundo Costa Leite, a transformação rumo a cenários sustentáveis de atuação exige a atuação de uma liderança preparada para compreender e antever os pontos de partida e chegada.

“Os líderes sempre serão decisivos nas organizações, para o bem ou para o mal. A crise que abateu várias empresas globais foi mais catastrófica para algumas empresas do que para outras. Como explicar esse fenômeno? A explicação se deve ao papel das lideranças das empresas, daquelas que sucumbiram ante a uma elevada exposição ao risco e daquelas que seguem firmes e sólidas, aproveitando o momento para crescer e absorver novas empresas” assinala.

Transformar para existir

As organizações são produtos das transformações da sociedade, sejam elas sociais, tecnológicas ou econômicas. Entender a dinâmica dessas mudanças é a principal maneira do profissional de Gestão de Pessoas determinar a natureza, imprimir a energia e estruturar a consciência de sua contribuição.

De acordo com Cezar Tegon (foto), Presidente da Elancers e integrante do Comitê de Criação do CONARH, a Gestão de Pessoas é o epicentro da transformação, pois só ela consegue articular os ambientes estratégico, negocial, cultural e social em busca de respostas efetivas, atuais e futuras. “Não basta mudar os negócios ou adaptá-los às ‘novas regras do jogo’. Soluções diferentes precisarão ser criadas, estruturadas e colocadas em prática. Estamos diante de paradigmas diferentes e temos que transformar a maneira de sentir, pensar e agir. Esse é o desafio neste momento”.

Agir no presente pensando no futuro

É com esse pensamento em mente que o Comitê de Criação do CONARH 2009 realiza as reuniões quinzenais que definem os eixos temáticos que irão conduzir os debates do congresso, envolvendo mais de 60 profissionais da área de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, além de empresários, executivos, consultores e professores universitários.

Segundo Luis Augusto de Costa Leite (foto), Coordenador do Comitê de Criação do CONARH, o congresso está sendo idealizado no sentido de levar aos profissionais novas alternativas para se pensar a organização:

“O gestor de pessoas e o profissional de RH devem rejeitar papéis secundários na definição dos destinos da organização, buscando evidenciar novos modos de fazer, pensar, organizar e criar. Sem isso, as empresas estão condenadas a repetir velhos erros, erros que, em muitos casos, costumam representar perda de mercado e o próprio fim da organização”, adverte Costa Leite.

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