Mulheres com baixa instrução são mais prejudicadas

A discriminação salarial e profissional afeta, principalmente, as mulheres que trabalham na base da pirâmide das empresas. Para Angela Abdo, Presidente da ABRH-ES, o fim da desigualdade no trabalho passa pelo avanço da mulher no que diz respeito à educação. O mercado está cada vez mais exigente, cobrando não só uma faculdade, mas também cursos de pós-graduação e de língua estrangeira, por exemplo.

“No caso específico das mulheres, isso tem que ser uma realidade para quem almeja ter um bom salário e alcançar um bom cargo na empresa, principalmente os de chefia. Além disso, elas têm que aprender a destacar as características próprias do sexo feminino, mostrando que tem responsabilidade, força de vontade, persistência e bom-humor para encarar os desafios, conquistando, dessa maneira, o seu espaço. Seja qual for a atuação, o esforço é inevitável porque não é fácil alcançar o sucesso profissional em um mercado que tem raízes machistas”, assinala.

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