Para 47,9% dos gestores de pessoas ouvidos, a possibilidade de envolvimento da “base da pirâmide” na geração de alternativas para a crise é muito baixa (47,9%) ou nenhuma (16,7%), o que revela que as empresas, de modo geral, desconfiam da capacidade de seus quadros de empregados de criarem soluções para a crise que façam sentido:
“Isso é preocupante, pois afronta tendências já consolidadas que apontam que é justamente entre os empregados das empresas que surgem as melhores ideias para as organizações”, questiona Chelotti.
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