No entanto, podem existir outros fatores que limitem a presença da mulher em cargos de direção, normalmente os melhor remunerados. Segundo Cibelli Pinheiro, presidente da ABRH-PE, onde são fortes segmentos como o agronegócio e o turismo, na visão de muitos empresários as mulheres têm mais benefícios trabalhistas do que os homens, o que leva as empresas a ponderarem a contratação de mulheres para cargos mais críticos como os de comando:
“Muitas mulheres emendam a licença com as férias, precisam sair para amamentar, faltam quando têm que levar as crianças ao médico, não podem fazer viagens longas a trabalho e isso acaba sendo levado em conta pelos empresários quando precisam escolher uma pessoa para uma posição crítica em uma área de comando”, lembra.
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