Luzia Frolich, presidente da ABRH-SC, onde é grande o peso da indústria do turismo, acredita que o número menor de mulheres em cargos de comando nas empresas pode se explicar, também, pela escolha pessoal que muitas mulheres fazem de valorizar mais a vida familiar:
“Há mulheres que preferem manter ou priorizar a administração do lar a assumir cargos com maiores responsabilidades, que certamente exigiriam delas uma maior disponibilidade”, enfatiza.
Luzia
Concordo plenamente com o que você comentou: as atividades familiares (não falo necessariamente de tarefas domésticas) demandam tempo e dedicação. Assumir um cargo de liderança significa muitas vezes ter que abdicar do tempo dedicado à família. Também sabemos que é na família onde se aprende a maioria dos valores, essenciais à nossa vida em sociedade. Portanto, conscientes desta responsabilidade, optamos por fazer alguma coisa que nos permita atender a todos estes papéis. Acho que no dia em que as jornada e estilo de trabalho dos executivos forem mais suaves (será?!), nós ficaremos mais dispostas para este papel.