Arquivo para a categoria 'Crise'

Relações de trabalho podem mudar

As relações de trabalho nas empresas podem ser diferentes, a despeito da legislação antiquada que o Brasil tem nesse área. Segundo Marcelo Lomelino, Gerente de Relações Sindicais da Alcoa, mesmo esse entrave permite que as empresas e os sindicatos encontrem soluções inovadoras para momento de crise. No entanto, ele adverte que essas soluções exigem uma relação de confiança entre a empresa e os sindicatos, o que é algo que não se alcança do dia para a noite. Veja no vídeo abaixo como ele tratou este tema no CONARH 2009.

 

Suspensão de contrato impede demissão

Carlos Eduardo Magni, Diretor de RH da Renault, apresentou o case da empresa, que precisou suspender contratos de trabalho em função da crise econômica, mas usou esse momento para aprofundar seu relacionamento com os empregados, promovendo ações de qualificação, capacitação e treinamento. Como resultado dessa ação, com o início da recuperação e o estímulo às vendas de automóveis via suspensão do IPI, a indústria recontratou todos os que quiseram voltar e ainda contratou mais de 300 novos empregados. Essa solução, menos traumática do que a demissão, pode ser vista como uma alternativa às demissões que preserva as relações entre empresas e empregados, possibilitando assim retomadas com menos estresse. Veja no vídeo abaixo um trecho da palestra de Magni no CONARH 2009.

Crise levou a redução de pessoal

Marco Santana, consultor da Watson Wyatt, afirmou que a crise levou a maioria das empresas no Brasil a promover cortes ou planejar cortes, sendo que mais de 30% congelaram qualquer tipo de reajuste salarial que não aquele determinado por lei. Apresentando dados sobre os efeitos da crise nos programas de Recursos Humanos no Brasil e Américas, ele assinalou que a redução de investimentos em treinamento e desenvolvimento pode levar a um apagão de talentos em muitas empresas que dependem de pessoas para prestar serviços a clientes. Veja no vídeo abaixo um trecho da palestra de Santana.

John Wells critica manipulação de balanços

John Wells, professor e Presidente do IMD, uma das mais importantes escolas de negócios do mundo, sediada na Suíça, afirmou ontem durante palestra realizada no Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH), que a maioria absoluta das empresas mente para a sociedade:
“As empresas mentem e muitas fazem isso porque não têm outra alternativa. A estrutura de capitalização das empresas não admite que os executivos sejam sinceros sobre as finanças das companhias, obrigando-os a mentir a maior parte do tempo. Se afirmarem que estão com problemas, como a maioria das empresas está, simplesmente deixam de captar recursos e podem ir à falência”, alertou o professor, que está no Brasil a convite da Associação Brasileira de Recursos Humanos, organizadora do CONARH.
Veja no vídeo abaixo um trecho da palestra, onde ele afirma que muitas áreas financeiras levam as empresas à falência quando manipulam informações nos balanços.

Começa o CONARH 2009

O Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH 2009), começa hoje no Expocenter Transamerica. Organizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), é o terceiro maior congresso de gestão de pessoas do mundo e o maior da América Latina.
Participam deste CONARH vários palestrantes brasileiros e estrangeiros, entre eles Fernando Henrique Cardoso, Presidente do Brasil de 1995 a 2002; John Wells, Presidente do IMD, 15 outros presidentes de grandes empresas e cerca de 60 palestrantes, que vão abordar vários temas relacionados a gestão de pessoas. Acompanhe o CONARH 2009 pelo Blog do CONARH, que você acessa aqui.

A reação à crise deve começar pelo RH

Como as empresas podem enfrentar a crise econômica com sucesso? Para Leni Hidalgo Nunes, Gerente Geral de Desenvolvimento Corporativo da Votorantim Industrial, a resposta à crise econômica deve partir da área de gestão e desenvolvimento de pessoas:

“As crises exigem respostas rápidas, que não podem ser adiadas sob pena de fragilização do negócio. Mas embora a liderança da empresa até consiga visualizar o que precisa ser feito, a mudança de atitude e práticas deve envolver toda a empresa, o que exige uma mobilização da área de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, que precisa atuar em estreita parceria com as áreas de negócios”, explica.

Nunes, que coordena as atividades da Academia de Excelência da Votorantim, fará a palestra “Como saber para onde vamos: os instrumentos de planejamento estratégico em RH” no Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas – CONARH -, no dia 20 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Veja uma entrevista com ela no vídeo abaixo.

Crise derruba desempenho de 80% dos empregados

Um estudo desenvolvido pela Entheusiasmos, consultoria em talentos humanos, revela que as crises econômicas derrubam o desempenho de 80% dos empregados de uma empresa, inclusive daqueles que decidem os destinos da companhia. Segundo Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos, a consultoria buscou compreender as razões pelas quais os outros 20% conseguem manter um bom desempenho mesmo em situações adversas. Veja no vídeo abaixo um trecho da entrevista com Carmello, que em agosto estará no CONARH 2009 falando sobre “Liderança e Resiliência”.

Você pode assistir a todos os trechos da entrevista com Eduardo Carmello no Canal de vídeos do CONARH no YouTube.

A crise não mostrou falta de transparência?

Alexandre Garret, editor da revista Gestão & RH, quer saber se os profissionais de RH não se escondem nas crises. Segundo ele, essas pessoas aparecem mais em bons momentos, mas costumam evitar a imprensa quando a situação exige explicar demissões, cortes, reestruturações. Para Cezar Tegon, presidente da Elancers e integrante do Comitê de Criação do CONARH 2009, os profissionais de RH vivem situações complexas e delicadas em momentos de crise, quando crescem as pressões interna e externa. Veja mais detalhes no vídeo abaixo e mande comentários.


Este é o momento do RH estratégico?

A jornalista Patrícia Bispo, do site RH.COM, quer saber se este momento de grandes mudanças econômicas é uma boa hora para que o RH das empresas assuma um perfil mais estratégico. Segundo Françoise Trapenard, diretora de RH da Telefônica e integrante do Comitê de Criação do CONARH 2009, não existe mais a possibilidade de que o RH não tenha perfil estratégico. Veja mais informações no vídeo abaixo e mande suas perguntas.

 

Como a crise afeta o profissional de RH?

Toda situação de crise leva a mudanças. Nesse sentido, como a crise afeta o profissional de RH? Esta é a pergunta da jornalista Patrícia Bispo, do site RH.COM, que é respondida aqui por Eduardo Mezei, Gerente de RH para a América do Sul da Fedex e integrante do Comitê de Criação do CONARH 2009. Segundo Mezei, o profissional de RH precisa aprender a valorizar mais seu trabalho, que é muito relevante para as organizações, mas acaba sendo sempre pouco percebido. Veja mais informações no vídeo abaixo e mande suas sugestões e perguntas.

 

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