Para o Presidente da ABRH-Nacional, Ralph Arcanjo Chelotti , em momentos de crise as decisões nas empresas são centralizadas em algumas poucas áreas, o que termina por se revelar, no futuro, um grande equívoco:
“A gestão econômico-financeira e suas medidas de contenção não podem se basear em premissas que se explicam por si só, como contenção de custos, enxugamento, downsizing. Elas precisam, antes, estar subordinadas ao pensamento estratégico das organizações e seus planos para o futuro”, recomenda Chelotti.
Até mesmo alternativas como fusões e aquisições, normalmente seguidas por grandes movimentos de demissão de pessoal, precisam ser pensadas em função dos dados apresentados por pesquisas internacionais que já avaliaram a efetividade dessas ações.