Segundo Hélio Vasconcelos, presidente da ABRH-DF, que se relaciona diretamente com gestores de pessoas no setor público, a reduzida presença de mulheres em cargos de chefia nas áreas de governo é uma realidade ainda contundente:
“Acredito que vivemos um processo de evolução de cultura ainda machista, mas que gradualmente esta reconhecendo a competência profissional da mulher. Eu sou otimista e creio que esta estatística vai ficar pelo menos proporcional ao número de mulheres existentes nos ambientes corporativos, em alguns anos”, assinala.
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