Existem vários motivos pelos quais funcionários podem ficar desmotivados em relação aos seus trabalhos: salário, problemas de relacionamento com a equipe, chefia, pouca chance de ascensão na carreira, entre outros. Em casos como estes, a primeira solução que passa pela cabeça do profissional é pedir demissão. Porém, uma saída muito pouco utilizada é a mudança de área dentro da própria empresa. Quando há o desejo de permanecer na companhia, trocar de setor pode ser uma alternativa.
Antes disso, porém, é preciso avaliar com calma as opções que a empresa dispõe e como você, funcionário, se sentiria se trabalhasse em outra função. Se a mudança é mesmo o caminho, o primeiro passo para ela seja realizada é conversar com o superior imediato ou o setor de Recursos Humanos para tentar uma recolocação.
A importância do perfil
O funcionário manifestou a mudança de área, o RH concordou, o superior aprovou, mas a vaga que ele quer não tem nada a ver com o perfil comportamental. Como agir quando isso acontece? É uma situação delicada, mas o colaborador precisa entender que a troca de função deve ser um casamento entre aptidão e oportunidade. Não adianta ser tímido e trabalhar em um cargo de vendas (a não ser que ele consiga contornar essa dificuldade, é claro).
Mudanças exigem paciência e flexibilidade
Normalmente, trocas de posições não acontecem do dia para a noite. Por conta dos processos administrativos e burocráticos, é possível que a mudança de área de um colaborador aconteça em longo prazo. O funcionário nem sempre compreende a importância da espera e, muitas vezes, entende o período como um castigo. Para que isso não aconteça, é preciso deixar claro a ele que, para o sucesso da realocação, é preciso planejá-la com calma e conhecimento.

O evento, que acontece no dia 14 de julho no Auditório dos Associados, em Recife, terá como objetivo promover uma discussão entre profissionais e especialistas sobre as implicações da crise nas relações de trabalho, a fim de conhecer com profundidade as demandas dos profissionais de RH diante desse cenário e buscar subsídios sobre as necessidades de flexibilização das leis trabalhistas.
A ABRH-Nacional participou no dia 9 de junho da audiência pública destinada a aprofundar a questão da redução da jornada de trabalho no nosso país.
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