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Por que fazer uma página e não um perfil da sua empresa no Facebook?

Fanpage ou Perfil? Muitas vezes esta dúvida pode surgir na hora de colocar a sua empresa na era das redes sociais. Se você criar uma página, terá acesso a várias ferramentas específicas para os negócios, mas demorará mais tempo para conseguir fãs. Como perfil, sua empresa rapidamente se entrosaria com os usuários, criaria uma base de amigos, mas ficaria limitado a 5 mil contatos e, convenhamos, não passaria uma imagem muito profissional. E agora?

Se você já leu os termos de uso do Facebook – e duvido que muitos já o tenham feito – eles colocam esta questão de maneira clara: se você é uma pessoa, faça um perfil; se a conta for de uma empresa, faça uma fanpage (ou página). E você deveria seguir estas “regras” sugeridas pela equipe de Mark Zurkerberg por mais motivos do que você pode imaginar. Para isso basta acessar o Facebook com o seu perfil mesmo e entrar em “Crie uma Página”. Você será automaticamente nomeado administrador dela.

Existem dois motivos muito convincentes para sua empresa jamais se cadastrar no Facebook como perfil pessoal. O primeiro, já citado, é o limite máximo de amigos que um perfil pode ter, Veja o exemplo da Coca-Cola, que hoje está com 37.049.179 fãs. Se você quer crescer nas redes sociais, um perfil jamais servirá para você. O segundo ponto é que, num piscar de olhos, o Facebook pode excluir todo o seu trabalho, já que você está infringindo as regras. E acredite: isso acontece e sem aviso prévio.

Como migrar para página

Se você já criou o perfil, não se desespere. O próprio Facebook criou uma ferramenta para que você o transforme em fanpage. É só acessar este link, colocar o perfil que deseja converter em página e a rede social faz a migração automática dos amigos em fãs.

No papel do entrevistador: dicas para realizar uma entrevista de emprego

Se fizéssemos uma lista dos assuntos mais discutidos na internet sobre oportunidades profissionais, com certeza como elaborar um bom currículo e como se comportar em uma entrevista de emprego estariam entre os primeiros. Existem diversas dicas para quem não quer pisar na bola na hora de conquistar uma vaga no mercado. Mas não podemos nos esquecer de quem está do outro lado da mesa, no papel do entrevistador.

Hoje em dia, realizar entrevistas de emprego já não é exclusividade dos gestores de RH. Muitos líderes gostam de conversar eles mesmos com os seus futuros funcionários. Isso pode levar a alguns erros por despreparo, principalmente por não saber exatamente o que precisa ser avaliado em cada candidato ou não saber sentir o quão próximo ou distante o candidato está daquilo que a vaga exige.

É claro que o currículo é um fator que influencia na decisão na hora de contratar um novo funcionário, afinal ele é uma síntese de qualificações e chega primeiro nas mãos do entrevistador, mas é preciso dar atenção à entrevista. “A entrevista é o momento principal do processo de avaliar candidatos, mesmo havendo diferentes tipos de testes, como provas situacionais, a etapa mais importante sem sombra de dúvidas é a entrevista ou o ‘olho no olho’. Neste momento o entrevistador vai ter a oportunidade de saber qual o propósito maior do candidato, se é emprego ou um projeto profissional”, explica Cássio Mattos, presidente do Conselho Deliberativo da ABRH Nacional.

Para realizar uma boa entrevista, Cássio dá algumas dicas sobre quais questões o entrevistador deve focar no candidato. “Devemos começar pelo básico e avaliar se o candidato tem as condições previstas no perfil de competências”. Veja se o candidato demonstra ter uma identidade compatível com os valores da organização e se o seu estilo pessoal e atitudes condizem com o ambiente da empresa, para não contratar um alguém que não consiga se adaptar no emprego.

“Sempre peço ao candidato para me fazer cinco perguntas e não necessariamente darei respostas, quero ver a sua capacidade de pensar”, relata Cássio. Este tipo de teste deixa de lado o óbvio “o que você sabe fazer?” e entra no “vamos ver o que você sabe fazer”, dando ao entrevistador uma ideia do potencial do candidato. “Peço também para que “narrem” os principais gols marcados no ambiente corporativo. Por fim, o que ele não aceita no perfil do seu futuro superior imediato”.

Não cometa erros comuns

Tome cuidado para não cair nos mesmos erros. “O entrevistador falar mais do que o entrevistado é o primeiro. Assim ele perde a capacidade de análise e depois fica com dificuldade em escolher entre os candidatos”, explica Cássio. É preciso estabelecer o diálogo e ouvir mais do que falar. “O entrevistador tentar, mesmo que de forma inconsciente, escolher pessoas a sua semelhança e deixar de escalar um time que se complemente” é o segundo erro apontado por Cássio. Ao contratar muitas pessoas com características iguais, você não consegue montar um time completo que dê conta de todas as competências diferentes necessárias.


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